Esta quarta-feira (26/5) será um dia de Atos em todo o país em defesa do auxílio emergencial, contra a fome a carestia. O Ato Nacional começa logo mais, às 10h, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), com transmissão pelas redes sociais das entidades. CONTAG, MST e Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estarão juntas nessas ações que visam dar um basta à política irresponsábel e genocida do governo Bolsonaro. Nos estados, serão realizados atos nas capitais e grandes cidades. Em Pernambuco, a atividade está marcada para o próximo sábado (29/5), às 9h, na praça do Derby.

A fome não espera. Quando ela dói no estômago, e na mesa não há nada para comer, vem o desespero. Esse é o sentimento de milhões de brasileiros que já estão na linha da pobreza. Atualmente  existem 14,5 milhões de famílias registradas no CadÚnico (Cadastro Único do governo federal) vivendo em extrema pobreza. São mais de 40 milhões de pessoas. E isso são apenas os dados oficiais. 

As lideranças da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Pública, CSP-Conlutas, CGTB, CONTAG, MST e das frentes BP e PSM conhecem bem esse drama e não ignoram o sofrimento desses brasileiros – pais e mães de família sem emprego, jovens sem esperança e crianças desprezadas pelo governo federal que não só deixa de cumprir com seu papel de promover o desenvolvimento com geração de emprego e renda como não ampara essas pessoas em um momento de  calamidade como o que o país vive.

Enquanto a renda diminui, ou mesmo não existe para esses milhões de brasileiros, o preço dos alimentos faz o caminho inverso. Aumenta a cada dia e – mais uma vez – o governo nada faz para controlar. 

Dá para suportar?  Para o movimento sindical a resposta é não e a ação tem que ser imediata. A começar pelo auxílio emergencial de, no mínimo, R$ 600. E essa é a pauta principal da CUT e das centrais sindicais em conjunto com movimentos sociais, nesta quarta-feira. 

Acompanhe a transmissão do Ato:

* Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=x_XZV0nDRCo

* Facebook:
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Com informações da CUT Brasil ( Escrito por Andre Accarini / Edição Marize Muniz)